O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho

Jo. 14:6 – “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” Estas palavras foram proferidas pelo próprio Cristo ante ao questionamento duvidoso de Tomé. É um enunciado inconfundível do que Ele é. Não é uma mera opinião acerca do que Ele supõe ser, ou mesmo, do que alguém supostamente afirmava sobre Ele. O verbo ser está no presente do indicativo e os artigos definidos indicam inequivocamente o que Cristo é de fato e de direito. Assim, cai por terra qualquer afirmação humana acerca de Cristo, posto que Ele mesmo se revela e se faz revelado por Suas palavras e ações.

O homem é informado que Cristo é o caminho, isto é, o método de D’us para reconduzir os eleitos de volta a Ele; Igualmente Cristo é a verdade que o homem deve conhecer; Também, Cristo é a única vida que D’us tem para o homem morto em seu pecado e que foi conhecido de antemão por Ele. Então, fica evidente que D’us, em Cristo, não tem coisas, métodos, verdades, virtudes, vitórias, qualidades morais, valores para dar aos seus eleitos. D’us tem somente Cristo para dar aos escolheu antes da fundação do mundo. Quem ganha Cristo como o caminho, como a verdade e como a vida, ganha tudo o que D’us tem para conceder aos seus eleitos.

Na religião, comumente, as pessoas procuram métodos eficientes de se livrar das doenças, evitar as derrotas para o pecado, barrar a fúria de Satanás, satisfazer seus desejos. Todas estas buscas se tornam vazias, porque desprovidas de Cristo, ainda que realizadas em nome d’Ele. Pode-se até saber que Cristo é o único caminho, ou seja, o único método de D’us para salvação. Entretanto, saber acerca desta verdade não salva ninguém. Se alguém não conhecer Cristo, de nada adianta conhecer acerca de métodos, verdades e vida, porque ninguém vai ao Pai senão por Cristo. Esta verdade encerra em si mesma o fato que é por inclusão na morte d’Ele que o homem tem o corpo do pecado destruído para retirar-lhe a culpa e a condenação. Jo. 12: 32 e 33 – “E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim. Isto dizia, significando de que modo havia de morrer.” Este texto por seu próprio contexto e teor, mostra com clareza a inclusão do pecador atraído à morte de cruz em Cristo. Estes todos, são apenas os todos, os quais foram conhecidos de antemão, predestinados, chamados, justificados e glorificados. Do contrário, todos os homens forçosamente teriam de ser salvos.

Rm. 6: 1 a 7 – “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição; sabendo isto, que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado. Pois quem está morto está justificado do pecado.” Então, quando se conhece Cristo como o único método, a única verdade e a única vida, significa que este homem já morreu para a natureza pecaminosa. Ele foi batizado, isto é, foi imergido na morte de Cristo, e com Ele já ressuscitou, ganhando a Sua vida. Foi o velho homem que morreu, ou seja, foi a natureza herdada de Adão que foi destruída na morte de Cristo para ganhar a Sua vida, e vida abundante.

O homem quando tem apenas religião vive a cata de ensinos, métodos, verdades e restaurações a fim de aliviar os padecimentos. Entretanto, nada disso o faz ter o próprio Cristo que é a única dádiva de D’us. Por isso, o religioso é invariavelmente derrotado pelo pecado e manipulado por Satanás por meio da sua alma. Ele possui apenas conceitos acerca de Cristo. Se tudo o que alguém acha é um caminho, isto é, um método, uma verdade ou uma promessa de vida, certamente continuará sofrendo derrotas e dissabores. Isto porque achou coisas, e não Cristo mesmo.

Assim, um é o Cristo apresentado e banalizado pela religião humana, outro é o Cristo revelado por D’us aos seus eleitos no santo evangelho.

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho II

Já foi tratado no artigo anterior que não se pode tomar coisas como sendo o caminho, a verdade e a vida. Cristo é o caminho, a verdade e a vida e não coisas. Ele é o Filho de D’us e o redentor qualificado para justificar o pecador e conceder-lhe plena salvação. Cristo é uma realidade divina pré-existente, enquanto Jesus é o homem histórico, no qual o Filho de D’us habitou para se fazer homem a fim de redimir o homem. Porém, não são duas pessoas distintas! Este ensino errôneo se constitui em uma heresia chamada Modalismo, ou Adocionismo. No Adocionismo, desenvolvido no cristianismo primitivo, Jesus nasceu humano e tornou-se divino no batismo, isto é, filho de D’us por adoção. O Modalismo, por seu turno, trata D’us e Jesus como dois modos do mesmo sujeito. Jesus é considerado filho de D’us pela graça e pela natureza, mas, como homem foi feito filho de D’us apenas por adoção e graça no batismo.

Obviamente que este ensino nada tem a ver com a sã doutrina bíblica. São apenas conjecturas humanas cujo fim é a torção da verdade e a diluição da graça. Isto é o resultado de um conhecimento falso acerca de D’us e do Seu Filho Unigênito. O Cristo apresentado pela religião sempre permite adulterações da verdade, mas o Cristo revelado por D’us em Sua Palavra não dá qualquer margem a desvios da sã doutrina.

Jo. 11:25 – “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida.” Mais uma vez Cristo se afirma como sendo a ressurreição e a vida. Não foi nenhum apóstolo ou discípulo que o afirmou, mas Ele mesmo. Então, não se trata de uma mera opinião acerca d’Ele. Para que Cristo se identifique como sendo a ressurreição, há primeiramente, a necessidade de que Ele admita a Sua morte. Também, Ele não diz que tem o poder de dar ressurreição a alguém, mas Ele mesmo é a ressurreição! Ainda afirma que Ele mesmo é a vida. Cristo não possui porções de vida para conceder a quem quer que seja, mas Ele é a própria vida. Isto implica em algo eterno, irrevogável e permanente, pois quem é a vida, o é eternamente. Ele não está com a vida, mas Ele é a vida.

Jesus havia ressuscitado a Lazaro, mas não foi simplesmente por dar a ele vida, mas porque Ele mesmo é a vida. Ele não disse “eu ressuscito os mortos”, mas disse: “eu sou a ressurreição.”

Os religiosos gostam muito de demonstrações de poder por parte de D’us ou daqueles que se dizem seus servos. Então, quando eles propõem ou afirmam terem determinados poderes, todos ficam admirados. Entretanto, o Cristo do evangelho não age assim. Ele não trata o homem com base no que Ele pode fazer, mas com base no que Ele é. O homem religioso prefere ver com as lentes do que D’us pode fazer, porque isto faz que o foco fique no mérito e na justiça própria dele. Entretanto, D’us age com base no que Ele é, e não no que o homem imagina que Ele seja.

Cristo não é capaz apenas de preservar a vida, mas Ele mesmo é a vida. Ele é o doador e a doação ao mesmo tempo. Isto só é perceptível no verdadeiro evangelho!

Devemos ver pelas lentes de D’us e não pelas possibilidades do homem, ainda que reto, íntegro, temente e se desvie do mal. Cristo é o tudo de D’us para o homem, pois é Ele que D’us tem nos dado e não as coisas que Ele é capaz de nos fazer. Esta última é uma visão contorcida acerca de D’us, do Seu Filho e da verdade.

Jesus não foi apenas o ressuscitador de Lázaro, mas Ele mesmo é a ressurreição de Lázaro. Desta forma é que se deve ver D’us e Seu Filho Unigênito ao qual foram subordinadas todas as coisas no Universo. Porque Jesus foi a ressurreição de Lázaro, por isso Lázaro foi ressuscitado. Nunca o contrário!

Este é o princípio espiritual que conduz as coisas espirituais.

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho III

O Cristo da religião é visto tão somente como um reformador moral, um auxiliador nos momentos de dor e angústia, um proponente da paz, ou mesmo um promotor do progresso humano. Esta visão é centrada no homem e seus pressupostos, sendo, portanto, horizontal e utilitarista. As pessoas buscam um Cristo que se curve a elas na resolução dos seus problemas e, assim que se vêem servidas, o deixam de lado. Quando muito se apegam a Ele por medo de não ser atendidas quando o infortúnio lhes bater à porta. Assim, imaginam em seus sistemas pseudo-teológicos que o fato de alguém ser curado, abandonar as drogas, deixar a violência, o roubo, o crime, a prostituição lhes garante a salvação. É a visão do Cristo utilitário, recaindo em uma visão maniqueista de D’us, de si mesmos e dos outros.

Enquanto as Escrituras afirmam e reafirmam que o mundo vai de mal a pior, os religiosos constroem bases sobre montes de areias movediças. Buscam melhorar a sociedade e reformar o homem, porém com a sua natureza pecaminosa e decaída inclusa. Por isso, se vê tanto desatino, facções, sectarismo, disputas, escândalos. Cristo não está neste negócio, porque Ele não é apenas um doador de coisas e, muito menos, um solucionador de problemas que se inclina aos ditames de pecadores inchados em seus dogmatismos.

O Cristo do evangelho é o tudo de D’us. Ele mesmo é a cura, a libertação, a verdade, o caminho, a ternura, o amor, a vida, a disciplina e a correção. A vida, a qual Cristo afirma ser, como de fato é, não é apenas a vida biológica ou psíquica, mas é a vida eterna, imanenete e permanente, posto que subsiste em si mesma desde os tempos eternos.

Jo. 6: 35 – “Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim, jamais terá sede.” Cristo não pode ser visto e recebido apenas como doador, mas sobretudo como o dom de D’us para o homem. Assim, Ele doa a vida eterna como o pão doa a vitalidade. Entretanto, Cristo não dá apenas o pão que desceu do céu, mas Ele mesmo é este pão. Por isso, Ele declara que é o pão da vida. Isto foi afirmado diante de pessoas em Cafarnaum, pois as tais o procuravam a fim de que Ele as alimentasse. Neste sentido, ainda hoje há muitos religiosos que buscam em Cristo apenas uma doação que lhes satisfaça as necessidades básicas. Elas não buscam a doação e o dom!

O sentido de pão nas Escrituras é aquilo que produz ou dá satisfação, visto que elas empregam, no contraponto, a fome como a insatisfação humana em diferentes e diversas instâncias. A satisfaçao dos anseios humanos só serão resolvidos de eles conhecerem e experimentarem o próprio Cristo e não apenas as suas dádivas. Cristo é, portanto, aquele que dá a vida e o que a sustenta plena e cabalmente. Quando isto é recebido pela ação monérgica, o eleito de D’us consegue descançar. Acabam todas as expectativas de angústias, buscas, medos, inseguranças, infelicidade, desamor. Por outro lado, enquanto não se recebe esta verdade, continuam os temores, os deslizes, as feridas, as mágoas, as derrotas, as transferências afetivas e suas carências que tanto trazem sofrimento a todos.

Jo. 8:12 – “De novo lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida.” Enquanto o pão traz e produz satisfação, a luz traz e produz visão. A luz proporciona segurança no trilhar o caminho posto diante dos eleitos. Sob a luz, podemos caminhar tendo a visão correta de D’us, de si mesmo e dos outros. Isto não quer dizer que os filhos de D’us sejam perfeitos, ou melhores do que as outras pessoas. Quer dizer apenas que são guiados pelo caminho, no qual estão sendo alimentados e tratados em seus atos pecaminosos até atingirem a estatura de varão perfeito à semelhança de Cristo. A luz não é do homem, Cristo é a própria luz da vida. Este é o Cristo do evangelha da verdade e não o Cristo fabricado pelas vontades contaminadas pela natureza pecaminosa dos homens.

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho IV

Na religião, o Cristo é tido e considerado como um facilitador, isto é, uma espécie de negociador entre o pecador e D’us. De fato Ele é o advogado que defende o pecador diante da reta justiça do Pai. Entretanto, este fato é restrito apenas àqueles para os quais Cristo morreu. Esta é uma questão de cunho espiritual e não como se Ele fora uma espéice de rábula obrigado por ofício a defender a todos os homens, sob todas as circunstâncias e desejos. No evangelho da verdade, o Cristo é a propiciação pelos pecados de muitos; É o justificador perfeito que torna os eleitos justificados e apresentáveis diante de D’us. Ele é o remidor e o pagador do escrito de dívida que o pecado criou entre o homem e D’us. Em todos estes aspectos Cristo é tanto o ator, quanto o portador da ação.

Jo. 1:29 – “No dia seguinte, viu João a Jesus que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de D’us, que tira o pecado do mundo.” A expressão “cordeiro de D’us” é a maneira de expressar a real função de Cristo como o substituto do homem pecador na cruz. Ele é o cordeiro pascal profetizado desde os tempos imemoriais como o justificador. Todavia, Cristo não só é o Crodeiro de D’us, mas sobretudo Ele é o único que tem poder para retirar o pecado do mundo. Neste sentido, mundo, não representa todas as pessoas do mundo, mas tão somente que Ele tira o pecado dos eleitos que estão no mundo. O senso comum, indica que se Cristo retirasse o pecado do mundo como um todo, logo, a Terra voltaria a ser o paraíso antes do retorno d’Ele para purificação e restauração final.

Acrescenta-se que o texto afirma que Cristo tira o pecado e não os pecados. Isto quer dizer que a obra d’Ele na cruz foi para destruir a natureza pecaminosa, natureza adâmica, ou mesmo velho homem. A palavra pecado neste texto é ‘hamartian’, indicando que se trata do pecado original, isto é, a natureza inoculada por Satanás. Neste sentido, é assim mesmo, pois do contrário ter-se-ia de admitir que a obra de Cristo não teve eficiência e, muito menos, eficácia. Também ter-se-ia de admitir que o Diabo teria sido mais eficiente em manter o pecado no homem. Então a obra justificadora estaria absolutamente danificada e prejudicada eternamente.

Rm. 5:1 – “Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com D’us, por nosso Senhor Jesus Cristo, por quem obtivemos também nosso acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e gloriemo-nos na esperança da glória de D’us. E não somente isso, mas também gloriemo-nos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a perseverança, e a perseverança a experiência, e a experiência a esperança; e a esperança não desaponta, porquanto o amor de D’us está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.”
O resultado da ação do Cristo do evangelho é justificação, paz, acesso à graça e à esperança verdadeira da redenção. Tudo isto por meio de d’Ele que, até mesmo nas tribulações, cuja finalidade é produzir experiência e esperança no amor de D’us derramado nos corações dos eleitos.

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho V

O Cristo apresentado e cultuado na religião é apenas um meio para se conseguir determinados fins. Buscam-no para obter vitória sobre doenças, libertação do mal, para obter ganhos e progressos materiais e, até mesmo, salvação. Entretanto, o Cristo do evangelho é tanto o fim como o meio de D’us para redimir o homem a quem ele elegeu antes da fundação do mundo e ordenou para a vida. Isto porque, o Cristo apresenado pelas Escrituras é o tudo de D’us. Todas as coisas foram feitas por Ele, para Ele e sem Ele, nada do que foi feito se fez. Todas as coisas convergem para Cristo e, finalmente, o próprio D’us entregará o Universo nas mãos do Seu Filho Unigênito.

O rei Davi viu isso com muita clareza no Sl. 27:1 – “O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo? O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?” Para Davi, Cristo é a luz e não um feixe de luz jogado sobre ele; Cristo é a sua salvação e não apenas um livramento; Cristo é a fortaleza da vida e não das circunstâncias da vida. Isto implica em que a vida do regenerado é propriedade de Cristo, ou seja, é a própria vida d’Ele. Cristo não concede força e vigor para o homem viver muitos dias com saúde, felicidade, abundância de riqueza. Ele mesmo é o doador e a doação da vida eterna.

Todas as coisas pertencem ao Senhor Jesus Cristo de fato e de direito, entretanto, todas elas só terão real sentido e função, quando a vida d’Ele habitar nelas. Assim, quando Cristo for tudo em todos, o que restará fora d’Ele? Nada, absolutamente nada!

Aos olhos de D’us existe apenas Cristo e, n’Ele, todas as coisas. Isto torna os assutos, os interesses e as questões que ocupam o ideário do homem, absolutamente fora do propósito de D’us. A nossa lente natural captura e nos induz a buscar muitas coisas neste mundo, entretanto, nenhuma delas possui a vida de Cristo. Sendo assim, nenhuma delas está no real foco de D’us. São apenas toleradas por sua misericórdia e graça até que tudo venha a convergir para Cristo. Na restauração final, tudo será de Cristo, estará em Cristo e pertencerá a Cristo.

Enquanto Satanás cogita das coisas dos homens que estão fora da cruz, D’us nos faz compreender que Cristo é tudo em todos. Por isso, há tanta infelicidade, desentendimentos, confusões, animosidade entre pessoas, mesmo nos arraiais da religião. Elas estão buscando coisas e não Cristo, pois só se pode buscá-Lo, quando fomos achados pela graça. Enquanto uma pessoa sente necessidade de ser feliz, de realizar grandes conquistas, ser livre, independente, conquistar coisas, posições e pessoas para se completarem, nada da vida de Cristo estará nela. Terá apenas um assentimento intelectual acerca de Cristo e Seu Reino Sempiterno.

Por esta razão, é que muitos são os chamados, porém poucos os escolhidos. A pregação do evangelho é para todos as tribos, povos e nações, mas a salvação é obra da exclusiva soberania de D’us apenas para os eleitos. Não depende de quem corre, ou de quem chega primeiro, mas de usar D’us de misericórdia.

Jo. 6:44, 45 e 65 – “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por D’us. Portanto, todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim. E continuou: Por isso vos disse que ninguém pode vir a mim, se pelo Pai lhe não for concedido.” Este é o ponto: enquanto a religião reproduz um Cristo inclinado aos desejos humanos, o evangelho mostra o Cristo justificador incluindo o homem pecador na Sua morte de cruz, a fim de ressuscitá-lo juntamente com Ele em vida. É D’us quem conduz o pecador a Cristo, para n’Ele, ganhar a vida eterna.

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho VI

Cristo é a pessoa mais simples que já andou sobre a face da Terra, entretanto, e a despeito disso, é a pessoa menos conhecida no mundo. Muitos são capazes de escrever inumeráveis volumes acerca d’Ele; outros, ainda, são capazes de fazer longos e eloqüentes discursos sobre Ele. Estas realidades acontecem porque o Cristo apresentado ao mundo é Aquele representado na religião humanista e desvinculada das Escrituras. Assim, o homem transforma a figura sublime de Cristo em um mero espectro, reduzindo-o a um revolucionário, humanista, pacificador, curandeiro, solucionador de problemas, comunista, mestre. Em todas estas coisas, Cristo não está. Ele é anterior a todas as coisas e todas elas foram criadas por Ele e para Ele eternamente.

Os eleitos recebem de D’us, o Pai, por meio de Jesus Cristo toda sabedoria e revelação da verdade conforme Ef. 1:17 – “… para que o D’us de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê o espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele.” Assim, o Cristo do evangelho é revelado e não explicado, visto que a verdade é colocada diante dos eleitos a fim de que eles creiam-na.

I Co. 1: 27 a 31 – “Pelo contrário, D’us escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e D’us escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e D’us escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; para que nenhum mortal se glorie na presença de D’us. Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual para nós foi feito por D’us sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção; para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.” A ação de D’us é invariavelmente oposta aos interesses dos homens em seus sistemas de crenças. Ao contrário, do senso comum, o qual busca poder, fama e notoriedade, os nascidos de D’us são conduzidos pela sabedoria, justiça, santificação, e redenção em Cristo. Todas estas virtudes são atribuídas apenas a Ele, nunca ao homem. Toda a glória é dada e rendida a Cristo, de eternidade em eternidade. A única glória cabível aos eleitos é render-se em glória diante do trono do Senhor de toda glória, a saber Jesus, o Cristo de D’us.

Cristo não apenas é justo, e tem justiça, mas Ele mesmo é a justiça de D’us contra o pecado do homem. Ele é o Cordeiro imolado antes dos tempos eternos para justificação de pecadores. A sua morte de cruz foi para fazer valer a sentença de D’us contra o pecado: “certamente morrerás”. De sorte que, ou o homem morre em seus delitos e pecados, ou o homem morre em Cristo, por inclusão na Sua morte a fim de ter o corpo do pecado destruído segundo o registro de Rm. 6: 1 a 7 – “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que abunde a graça? De modo nenhum. Nós, que já morremos para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente também o seremos na semelhança da sua ressurreição; sabendo isto, que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado. Pois quem está morto está justificado do pecado.”

O Cristo da religião é uma espécie de mestre das ilusões para preencher as carências dos homens mortos em seus delitos e pecados. Ele serve apenas como uma válvula de escape às necessidades horizontalizadas dos homens, os quais matêm as suas naturezas decaídas subjacentes sob a capa da justiça própria, dos méritos e das obras do esforço humano.

O Cristo do evangelho é tudo e é o tudo de D’us. A Ele, pois, glória e majestade!

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho VII

O Cristo construído na religião é apresentado como um reformador moral do homem. Ele é visto apenas como Aquele que tira o viciado das drogas, a prostituta das ruas, o ladrão do roubo, o bêbado do alcoolismo, o criminoso do homicídio, etc. É um Cristo barganhista que exige dinheiro para multiplicar as beneces nas vidas dos atribulados, ou dos ganaciosos frequentadores de igrejas. É um Cristo que se inclina às carências humanas, sem tratar do pecado como pecado. Este Cristo desfocado funciona apenas como uma projeção espectral das necessidades dos religiosos. É um Cristo subserviente e fraco que recebe ordens de homens dissolutos que trocam a simplicidade do evangelho pela mentira religiosa.

O homem apenas religioso, por mais íntegro que seja, ainda convive com uma espécie de dupliciedade: professa ter fé em Cristo, mas muitas coisas, interesses, obras, serviços e esforços ocupam o lugar d’Ele. Há uma sorrateira inversão dos fatos, de modo a se colocarem coisas e circunstâncias no lugar de Cristo, ainda que em nome d’Ele mesmo. A religião é uma atividade no domínio da alma e não do espírito vivificado em Cristo. O efeito da religião na vida do homem é o desenvolvimento de atitudes conformes a lei e não conformes à graça. Gl. 5: 4 e 5 – “Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça decaístes. Nós, entretanto, pelo espírito aguardamos a esperança da justiça que provém da fé.” Andar corretamente, cumprir normas, realizar obras e pregar o evangelho em função de obter algo de D’us é estar debaixo do jugo da lei. Entretanto, os que estão no espírito e são guiados pelo Espírito, realizam apenas a vontade de D’us, segundo a Sua soberania. As obras são dos homens, mas as boas obras são exclusivamente de D’us. Ele as realiza com ou sem o homem! D’us não altera o Seu supremo propósito, o qual Ele firmou em Seu Santo Conselho antes dos tempos pretéritos.

Jó. 41: 11 – “Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois tudo quanto existe debaixo de todo céu é meu.” Neste texto D’us está desafiando a Jó a responder-Lhe algumas indagações acerca do Leviatã, entre outras coisas. Neste enunciado, o Senhor de toda glória, indaga quem Lhe deu algo, para que Ele o possa retribuir. Conclui por afirmar que tudo quanto há debaixo do céu é d’Ele, logo, o que resta ao homem? Assim, o Cristo da religião é falseado como um servo que vive a fim de satisfazer a vontade corrompida de homens inchados em seus pressupostos. Homens que usam dos textos bíblicos e dos dogmas por eles mesmos criados, a fim de produzir um “D’us” à sua própria imagem e à sua própria semelhança.

O Cristo do evangelho é absolutamente independente de quaisquer qualidades ou defeitos do homem. Ele é, existe e subsiste por Si mesmo sempre e eternamente. Nada se pode acrescentar ao que Ele é, a fim de obter algo, ou perder algo a mais. Ele simplesmente é o Senhor absoluto e soberano em todo o Universo.

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho VIII

O Cristo subproduto da religião cria no homem uma intensa noção de “minha justiça” e de “minha santidade”. Precisamente, porque em circunstâncias que tais, o religioso, presume ser ele mesmo o promotor de justos procedimentos e da separação em relação aos valores profanos. Neste caso, e lamentavelmente, estão enganados e enganam-se a si mesmos, pois se a justiça e a santidade de qualquer homem estiver relacionada a ele mesmo e a sua conduta moral, Cristo não tem parte nele. Enquanto o homem, qualquer que seja, não recebe misericórida e graça para crer e entender que a sua justiça e a sua santidade é Cristo, porque Ele é tudo isto, de nada valem estas virtudes. Elas não passarão de justiça própria e de santidade humana. Produzem efeitos apenas sociológicos e antropológicos, mas de nada servem à salvação. Por isso, Jesus afirma: “Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.” – Mt. 5:20. A justiça dos escribas e fariseus estava fundamentada na lei cerimonial e na religião herdada dos ancestrais. Cristo não era a justiça deles, e nem poderia ser mesmo, visto que Ele veio para os seus, mas os seus não o receberam. Assim, a justiça e a santidade que garantem a abertura dos umbrais celestes aos eleitos é a de Cristo e não a praticada horizontalmente neste mundo. Esta apenas confere aceitação por parte dos outros homens, embora, D’us a valorize apenas para o efeito de moralidade humana.

Se a justiça e a santidade de alguém é o Senhor Jesus, esta pessoa não só possui justiça, como também está justificado, visto que a sua justiça é uma pessoa e não uma concepção filosófica, jurídica ou valorativa. Se alguém se gloria na sua própria justiça e na sua própria santidade, estará glorificando-se a si mesmo. Entretanto, se alguém glorifica a justiça e a santidade de Cristo em si, estará glorificando ao Senhor de toda a glória. Este é o propósito supremo de D’us!

O homem, nascido de D’us ou não, deverá invariavelmente louvar e glorificar a Cristo e não suas atitudes e sua conduta moral. Por isso, pessoas que professam ser nascidas de D’us, caem em desgraça, contradição e em pecado. Porque elas ainda possuem veladamente muita justiça e santidade próprias. Não possuem a justiça e a santidade de Cristo. Logo, nada possuem, e nada podem possuir, a não ser um amontoado de coisas e virtudes que não as conduzem a Cristo. São princípios oposotos: um é apenas coisas, o outro, contrariamente, é uma pessoa sublime e perfeita. A Ele, pois honra, glória, majestade e poder eternamente.

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho IX

O Cristo da religião é um construtor de dependências por meio de soluções de problemas e cogitações das coisas do homem. Ele é cultuado e adorado não de modo ressurreto, mas a partir da vida da alma, visto que o homem antes do nascimento do alto é apenas alma vivente. Por isso, o homem decaído busca, neste falso Cristo, constituído por ele mesmo, apenas satisfação dos seus anseios, dos seus medos, das suas taras, dos seus desejos e ambições. Uns anseiam por poder, outros por bens, outros por fama, outros por beleza, outros por amor, outros por admiração, outros ainda por reconhecimento e aplausos. Em tudo isto, o Cristo do evangelho não está, e nem mesmo poderia estar, porque são somente coisas, interesses, desejos almáticos.

O Cristo do evangelho, contrariamente, após o nascimento do alto dá início a um severo e profundo processo de desconstrução do homem adâmico, do velho homem ou da natureza pecaminosa. II Co. 5:17 – “Por isso daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne; e, ainda que tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos desse modo. Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” A reconstrução é tão profunda que, até mesmo, a forma de ver as outras pessoas se altera. A identificação e a relação com as pessoas deixa de ser puramente carnal, para se tornar uma relação espiritual. O conhecimento de D’us, de si mesmo e do outro passa a ser por meio das lentes do espírito do homem guiado pelo Espírito Santo. Os interesses mudam o foco, porque se trata de uma nova criatura, na qual, tudo se fez novo e o velho foi crucificado. Aquilo que está morto não tem mais vontade, não tem mais direitos, cessam todos os pleitos.

Comumente, o homem religioso imagina em seu coração que após a conversão, D’us opera uma transformação, retirando tudo o que é ruim apenas. Os vícios, os medos, as angústias, os pensamentos inadequados, as doenças, os comportamentos duvidosos são extirpados e a pessoa passa por uma profunda reforma moral. Este tipo de operação se dá apenas quando a pessoa se converteu de uma crença à outra, de uma religião à outra, ou mesmo de um modo de vida à outro. Todavia, as Escrituras mostram abundantemente que nenhum pecador pode “se converter”. Ou ele é convertido e se torna uma nova geração em Cristo, ou passou apenas por uma nova experiência religiosa, porque, se alguém pudesse se converter, Cristo e sua morte de cruz seria absolutamente desnecessário e até mesmo ridículo.

Rm. 3: 10 a 12 – “… como está escrito: Não há justo, nem sequer um. Não há quem entenda; não há quem busque a D’us. Todos se extraviaram; juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só.” Não havendo nenhum homem que seja justo em si mesmo, que não tenha entendimento das coisas espirituais, que não busque a D’us, que se extravia e se faz inútil, como se pode admitir que este homem, em condições que tais, possa de algum modo ser o produtor de sua própria conversão ou mesma da sua própria salvação?

O Cristo do evangelho é quem opera no homem regenerado uma total desconstrução, não só das coisas considerados ruins ou errôneas, mas também de todas as coisas considerados virtudes, valores e boas. Isto porque, todas elas foram desenvolvidas por uma alma decaída. Agora na nova geração em Cristo, todas as coisas velhas não existem mais, tudo se fez novo. Enquanto, o homem não recebe graça para crer e receber isto como verdade, nada aconteceu de fato em sua fé. Cristo não tem parte nestas coisas, sejam boas, sejam ruins.

O Cristo da Religião x O Cristo do Evangelho X

Há dois modos de uma pessoa se tornar cristã: um é pela auto-intitulação ou rotulação de si mesmo como cristão. Neste caso, fica evidente que se trata de uma construção por tradição, por religião, por herança cultural ou histórica. É o típico caso do cristão nominal, denominacional ou institucional. O outro modo é resultante da misericórdia e da graça de D’us operando no pecador a vivificação por meio da sua inclusão na morte de Cristo e na Sua consequente ressurreição dentre os mortos.

Quando o cristão é o subproduto de uma ação sinérgica, ou seja, focada nos esforços, conhecimentos e atitudes centradas na religião humana, ele será invariavelmente uma pessoa chata, amarga, inquieta, malediscente, legalista e infeliz consigo mesma e com todos os outros. Só sentirá paz, alegria e bem-estar se estiver no comando, no centro das atenções e recebendo reconhecimento e gratificação para a alma. Tudo o que esta categoria de cristão deseja é a satisfaçao de desejos, auto-realização, auto-estima e aplausos dos homens e de D’us. Está sempre às voltas com conceitos, idéias e concepções que, fundamentalmente, o coloca no centro das decisões, vontades e desejos. Fala muito de amor, de justiça, de retidão, de bondade, de obras e realizações para a glória de D’us, mas busca mesmo é a própria glorificação. Projetam o seu eu em forma de imagens daquilo que idealiza e busca para si mesmo. É exigente, perfeccionista, muito prestativa e solícito em tudo. São, geralmente, pessoas das quais se tem uma boa impressão.

O cristão autêntico é o resultado de uma profunda descontrução do ego e suas características próprias. Ele é o que restou após a sua morte na cruz com Cristo e da sua ressurreição juntamente com Ele. É a pessoa que se vê e age como se nada fosse, que não reivindica nada para si mesma, que não aspira nada além do que D’us lhe proporciona. Ela não se construiu, mas com muitas dores passou e continua passando pelo deserto a fim de perder toda a vida da alma. É o subproduto da ação monérgica, isto é, da ação única e exclusiva de D’us em Sua soberana vontade. É a pessoa que não foi a Cristo por méritos e justiças próprias, mas D’us mesmo a conduziu conforme Jo. 6: 44 e 65 – “Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. E continuou: Por isso vos disse que ninguém pode vir a mim, se pelo Pai lhe não for concedido.”

O cristão verdadeiro é verdadeiro, não em si mesmo, mas porque o Cristo doou-se a Si mesmo a ele, sendo-lhe por verdade. Ele deixou de ser apenas alma vivente, para se tornar espírito vivificante em Cristo. Ele é o resultado da misericordiosa graça de D’us. Ele foi eleitos antes da fundação do mundo, sem que houvesse feito, nem bem, nem mal. D’us mesmo o conheceu de antemão, o predestinou, o chamou, o justificou e o glorificou. Sem mérito, sem justiça própria ele ganha a herança, pois se houvesse qualquer mérito, não seria herança, mas recompensa e direito.

O cristão genuíno em nada é melhor do que qualquer outra pessoa, mas nele, Cristo é tudo, e, portanto, é ele o nada de D’us. Não lhe resta nada que não seja Cristo, pois “Porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em D’us. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestos com Ele, em glória.” Cl. 3: 3 e 4.

Cl. 1: 16 a 20 – “… porque nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele subsistem todas as coisas; também ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência, porque aprouve a D’us que nele habitasse toda a plenitude, e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.”

Cristo não é uma das dádivas de D’us aos eleitos, Ele é o único dom de D’us aos seus eleitos.

Amém

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